Leitura, a revolução silenciosa!

Você sabia que apenas

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um em cada três leitores lê um texto desses até o fim? Espantoso? Talvez, se você fizer parte do grupo dos dois.

Em meu último artigo – http://migre.me/4v67r, tratei da importância da leitura na formação profissional, em especial do analista. A atividade de transformar o abstrato em concreto, ou um problema em solução, ou uma sugestão em produto, requer do analista a arte de interpretar, compreender e escrever.

A resposta que tive foi surpreendente, pois recebi mensagens de profissionais de áreas distintas a TI, como engenheiros, psicólogos, arquitetos e advogados. Confirmaram a sugestão: a falta de leitura é uma das causas de problemas no trabalho.

Diante disso, o que mais me restava? Ler. É claro!

Já de posse da paixão pela leitura, não foi difícil acatar algumas sugestões, e resolvi me debruçar sobre o problema, e escrever um pouco mais sobre o tema. Vamos lá!

Meu colega Marcos Liranço escreveu-me sobre o PISA. Pisa onde?

PISA é o acrônimo de Programme for International Student Assessment – Programa Internacional de Avaliação de Estudantes. O PISA tem a função em seu nome: avaliar estudantes pelo mundo. E o Brasil foi avaliado. Vejamos. “O Brasil obteve o 53º lugar, em uma lista de 65 países, numa prova internacional que avaliou a capacidade de leitura de estudantes com 15 anos.” Folha.com. – http://migre.me/4uL3N.

Estar na 53ª posição entre 65 países é ruim, mas pode piorar: “O último Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional (Inaf), divulgado em 2008 pelo Instituto Paulo Montenegro, revela que apenas 28% dos brasileiros com idade entre 15 e 64 anos têm domínio pleno da leitura e da escrita – ou seja, conseguem ler textos longos e relacionar informações.” Gazeta do Povo/PR: http://migre.me/4uLLo. Daqui extraí o subtítulo deste.

Mas há boas notícias tupiniquins. Em Londrina-PR, a média de leitura é quatro vezes maior que a do Brasil, e 25% maior que a francesa – http://migre.me/4v0Jp. Isso é incrível! Parabéns, Londrina! Eu já lera certa vez que, na França, as crianças devem ler no mínimo três horas por dia na escola – independente de que tipo de texto. Por Londrina, podemos afirmar que no Brasil há ilhas de interesse público de um bom ensino.

Considero Londrina uma bela ilha, sim. Talvez faça parte de um arquipélago, mas ainda sim é pouco. Somos um país de dimensões continentais. Nossos números nacionais nos condenam, e nossos anseios políticos não primam pelo bom ensino. Ou estaríamos em melhor situação.

A atitude política no Brasil é carente de execução. Somos capazes de identificar o problema, quantifica-lo, mapeá-lo, e… Depois vem a distribuição de responsabilidades, liberações, mais estudos, verbas, e… Ficamos exatamente onde estamos. Mais tarde ouvimos dos políticos, de situação ou oposição, a odiosa frase que “Ao Brasil falta vontade política!”. Que significa isso? Uma pena, pois essa situação tem colocado nosso ensino num limbo obscuro de indecisões, desvios de verbas, irresponsabilidades, e falta de respeito aos profissionais finais envolvidos: professores, mestres, cientistas, estudiosos, alunos e sociedade. Nossos jovens continuam desamparados, mesmo num dos melhores momentos da humanidade em questões de acesso à informação.

Problema qualificado, certo? E a solução?

Para as crianças e jovens, a solução está primeiramente com os pais, responsáveis por sua formação e informação: incentivando, dando exemplo, apoiando e criando um ambiente que motive a leitura. Em paralelo, temos a escola, que deve primar pelo saber e conhecimento.

E para os adultos? E para os profissionais, especialistas ou não? O que fazer? Simples assim: começar. Depende só de nós. Esqueça o governo, esqueça sua empresa. A bola está com você! O problema e a solução pertencem a você!

Mãos à obra! Ou melhor, mãos aos livros!

Abraços.

O saber a gente aprende com os mestres e os livros. A sabedoria, se aprende é com a vida e com os humildes.

Cora Coralina